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REPOSICIONAMENTO MANDIBULAR EM PACIENTES ADULTOS – UMA ALTERNATIVA À CIRURGIA? UM ACOMPANHAMENTO DE DOIS ANOS

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Descrição

Vol. 12 – Número 46 – 2019

Relato de caso | Case report

Página 46-59
Reposicionamento mandibular em pacientes adultos – uma alternativa à cirurgia? Um acompanhamento de dois anos
Is mandibular repositioning in adult patients an alternative to surgery? Two-year follow-up

Giorgio Fiorelli1
Paola Merlo2
Michel Dalstra3
Birte Melsen4

Resumo
Muitos pacientes adultos com discrepâncias esqueléticas não aceitam a proposta de intervenção cirúrgica para corrigi-las. O objetivo desse trabalho é verificar a resposta ao reposicionamento mandibular, simulando a correção esquelética nesses pacientes. Trinta e dois pacientes sem sinais de disfunção temporomandibular (DTM) foram indicados para o reposicionamento mandibular, sendo essa uma técnica não invasiva. Foi explicado para eles que essa abordagem estava baseada em resultados descritos em relatos de casos clínicos. Antes do início de qualquer tratamento, foi feita a documentação inicial (teleradiografia , radiografia PA, modelos de estudo e fotografias) (T0). Após, a mandíbula foi reposicionada para camuflar a discrepância esquelética através de um levante de mordida feito em Triad® Gel. Três meses mais tarde (T1), 23 pacientes mostraram-se adaptados a nova oclusão, com ausência de problemas funcionais e sem nenhuma quebra no levante de mordida. As mudanças esqueléticas que ocorreram durante o reposicionamento foram verificadas em radiografias sagitais e frontais, enquanto as alterações intra-articulares que ocorreram durante os dois anos de acompanhamento (T2) foram avaliadas em imagens tomográficas. Nenhuma alteração significativa foi observada nesses acompanhamentos de dois anos, tanto para a recidiva quanto para a sobrecorreção. O reposicionamento é uma abordagem não invasiva e deve ser considerada como uma alternativa válida à cirurgia em alguns pacientes. Variações morfológicas observadas nas radiografias feitas em T0 e nos resultados dos exames clínicos iniciais das avaliações de disfunção mostraram apenas indicativos vagos ou insignificantes sobre a previsibilidade da adaptação ao reposicionamento.

Descritores: Ortodontia, reposicionamento mandibular, DTM, discrepância esquelética, cirurgia ortognática.

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