Editoriais Orthodontic Science and Practice – Edição 53

Prof. Dr. Alexandre Moro
Diretor Científico

Como medir o sucesso do seu consultório na época do Instagram?

Com a utilização maciça das redes sociais, o marketing das clínicas de Ortodontia mudou muito. Alguns profissionais parecem ficar mais tempo fazendo selfies e poses com pacientes que propriamente sentados no mocho realizando o tratamento. Para a nova geração isso parece normal, pois cresceram com o celular na mão, e toda essa tecnologia é muito natural para eles. Contudo, para as gerações que estão na faixa dos 40 anos e acima, isso é muito estranho. Tirar fotos de um monte de caixas de alinhadores não parece ser, para os mais velhos, uma forma de mostrar sucesso numa clínica de Ortodontia. Entretanto, isso parece estar na moda.

Mas, como então podemos avaliar esse sucesso? Já tivemos a oportunidade de abordar esse tema em dois outros artigos desta coluna. Em 2011, escrevemos sobre as sete características dos ortodontistas de sucesso¹, e em 2018 escrevemos o editorial intitulado “Qual é a métrica do seu consultório?”². Devido às rápidas mudanças que a tecnologia tem nos imposto, vale a pena voltar a esse assunto.

Em 2019, Roger Levin, consultor americano, que já trabalhou com o gerenciamento de milhares de clínicas, escreveu um artigo³, onde descreve quatro maneiras de medir o seu sucesso ortodôntico:

1. Produção: a produção é o número mais importante a ser conhecido em termos de compreensão do seu consultório. Não apenas o número, mas o mais importante, a direção. Se a produção estiver alta, você precisa saber exatamente por quê. Da mesma forma se estiver baixa. Produção aqui se refere a tudo que você faz no consultório, ou seja, consultas iniciais, atendimentos clínicos, remoções do aparelho, conversa com familiares, etc.

2. Indicações: A força vital de qualquer clínica de Ortodontia são as indicações. Realmente não importa o que mais você faça. Você pode ter o melhor tratamento clínico do mundo, mas, se não tiver indicações suficientes, não terá iniciantes suficientes. Se você não tiver vários pacientes iniciando, não terá produção suficiente. Se você não tiver produção suficiente, não terá lucro e, se não tiver lucro suficiente, não terá renda suficiente. Você entendeu a ideia? Rastreie todas as suas indicações. Nesse caso, quanto mais dados, melhor. Levin enfatiza 5 áreas para a busca de indicações: seus próprios pacientes, a família do paciente, as redes sociais/internet, a comunidade, e dentistas próximos.

3. Pacientes que iniciam o tratamento: Acima de tudo, as três questões se enquadram nesta categoria. Meça quantos pacientes estão iniciando todos os dias. Seu coordenador de tratamento (CT, secretária administrativa) precisa ter um número-alvo que você precisa rastrear. Os CTs são como atletas. Eles praticam um esporte todos os dias chamado “fechar os casos e iniciar o tratamento”. Eles não vencerão todas as vezes, mas com o treinamento certo, podem vencer na maioria delas. Acompanhar seu desempenho apenas os tornará melhores.

4. Paciente atrasados para finalizar o tratamento: Por mais surpreendente que pareça, este é um ponto de dados crítico. Em termos simples, um tratamento que está atrasado para acabar é pura despesa indireta. Cada vez que esse paciente é visto, tratado ou qualquer função administrativa ocorre, o consultório está literalmente perdendo dinheiro. Cabe um esclarecimento aqui, pois o ortodontista americano trabalha com o preço fechado do tratamento. Por exemplo, se ele cobra 5 mil dólares para um tratamento que deve durar 24 meses, se o paciente continuar em tratamento após 24º mês, ele estará perdendo dinheiro a cada visita. Isso é o que temos visto recentemente aqui no Brasil com os tratamentos de alinhadores. Muitas pessoas estão cobrando um preço fechado, e não estão terminando no tempo adequado, ou então pior, estão deixando de fazer refinamentos para não estender o tempo de tratamento. Ou seja, estão subtratando o paciente por uma questão financeira.

O consultório ortodôntico é bastante complexo, com muitas partes e peças. A maioria delas funcionarão bem desde que os indicadores-chave de desempenho estejam alinhados. A única maneira de saber é rastrear seus números. Portanto, além de fotos no Instagram, devemos também fazer as nossas próprias medições para ter sucesso no nosso consultório.

1. Moro A. As sete características dos ortodontistas de sucesso. Orthod Sci Pract. 2011: 4(15):607- 8.
2. Moro A. Qual é a métrica do seu consultório? Orthod Sci Pract. 2018; 11(41):4-5.
3. Levin R. Four Ways to Measure Your Orthodontic Success. Orthodontic Products. https://orthodonticproductsonline.com/practice-management/business-development/four-ways-to-measure-your-orthodontic-practice-success/.

Prof. Dr. Alexandre Moro
Diretor Científico

Prof. Dr. Ricardo Moresca
Editor adjunto

Muito obrigado, Dr. Hugo Trevisi!!

De sorriso fácil, fala mansa e jeito simples. Assim era o Dr. Hugo Trevisi, fosse nos grandes palcos ao redor do mundo, onde encantava a todos com suas ideias inovadoras e casos clínicos impecáveis, ou jogando conversa fora (mas nada muito distante da Ortodontia) e degustando um bom vinho.

Como ortodontista, será sempre lembrado como um clínico excepcional, um fora de série. Inteligente, analítico, metódico, perseverante, criativo e genial. Um amante de nossa profissão e das coisas bem feitas.

Era incansável na busca pela excelência. A insatisfação com os resultados e a inquietude quanto às limitações da técnica foram o que motivaram sua inesgotável busca pelo aprimoramento técnico e científico da nossa especialidade.

Sua tenacidade de aprender novas ideias e sua insuperável dedicação aos pacientes o levou a ser um dos maiores clínicos de nossa época, conforme descreveu o Dr. Richard Mclaughlin.

Do seu vasto legado, será eternizado como o idealizador da Filosofia de Tratamento Ortodôntico MBT, juntamente com Richard MacLaughlin, dos Estados Unidos, e John Bennett, da Inglaterra. Atualmente, é a técnica ortodôntica mais utilizada no mundo. Diariamente, milhares de ortodontistas em todos os cantos do planeta empregam suas ideias, conceitos e inovações no tratamento de seus pacientes.

Foi autor de quatro livros, além de inúmeros artigos publicados e incontáveis cursos, conferências e palestras ministradas ao redor do globo. Uma de suas obras mais importantes, o livro que apresentou a Filosofia MBT ao mundo, vendeu mais de 85.000 exemplares em 14 idiomas.

No Brasil, sempre foi reconhecido como um ortodontista brilhante, um dos precursores da técnica dos arcos contínuos, e como um visionário sempre à frente do seu tempo no que diz respeito às inovações na Ortodontia. No entanto, era no exterior, especialmente na América do Sul, Europa e na Ásia que sua grandeza era inteiramente valorizada, sendo reconhecido como mito. Tive a oportunidade de presenciar verdadeiros tumultos em filas intermináveis para garantir uma foto ao lado de um dos ortodontistas mais importantes do nosso tempo. Dr. Trevisi é certamente um dos ortodontistas brasileiros mais conhecidos e reconhecidos em todo o mundo.

No entanto, apesar de sua insuperável qualidade técnica, era como pessoa que o Dr. Hugo Trevisi cativava a todos. Sua humildade refletia a grandeza de sua alma. Sentia prazer em dividir todo o seu conhecimento e experiência. Sua generosidade era constrangedora. Seu pensamento sempre foi o de dividir ideias para multiplicar e disseminar o conhecimento. Um homem simples, afável e divertido, sempre com uma palavra amiga e de carinho na hora certa.

Assim como muitos de nós, tive minha vida profissional profundamente influenciada por suas ideias. Nos últimos 20 anos, tive o privilégio de aprender diretamente com o mestre e de amadurecer como pessoa desfrutando de sua amizade. Mas, paradoxalmente, foi em 2020, em plena pandemia do novo coronavírus que estivemos mais próximos, mesmo a distância, quando trabalhamos juntos na elaboração do livro que descreve a última inspiração de seu gênio criativo, a mecânica TDWire – Trevisi Double Wire, uma inovadora mecânica de arcos duplos com bráquetes autoligados.

A saudade nunca será aplacada e o vazio nunca será preenchido, mas, seu legado, como ortodontista e como homem, será eterno. Suas memórias estarão sempre em nossos corações. Será sempre um exemplo de força, dedicação e liderança.

Muito obrigado, Dr. Hugo. Você fez diferença nas nossas vidas.

Prof. Dr. Ricardo Moresca
Editor Adjunto

 

Dr. Hugo José Trevisi faleceu em 11/01/21, vítima de complicações da Covid-19.

Editorial – Caderno Digital Dentistry in Science

Prof. Dr. Mauricio Accorsi

Diretor Científico DDS-BR

O DDS-BR is going digital!!!

Estamos completando dois anos ininterruptos de Digital Dentistry in Science. O DDS-BR, como gostamos de chamar, foi mais uma aposta acertada da Editora Plena, do qual obtivemos todo o apoio e incentivo para tornar realidade. Com a colaboração de vários colegas e belíssimos artigos, estamos levando conhecimento e informação para profissionais inovadores em todo o país. Dessa forma, é com profundo orgulho e satisfação que comunicamos que o DDS-BR is going digital!!!

Em breve, dentro do portal da Editora Plena na internet, veremos um site exclusivo para o nosso DDS-BR, que ganha vida em um ambiente para o qual foi criado e que certamente estará mais à vontade com novas propriedades, como um canal de vídeos, novidades comerciais, links interessantes, cursos e entrevistas inéditas! Além disso, o DDS-BR também is going international!!! Todos os artigos publicados na revista física receberão uma versão traduzida, incialmente para a língua Inglesa, o que além de aumentar a visibilidade da Editora Plena no mundo todo, trará também um grande benefício para os autores, que terão seus artigos publicados em Inglês e totalmente abertos para consulta.

E o que esperar de 2021? – Ciência, política, tecnologia e fake News…

Como não poderia deixar de ser, aproveitamos esse espaço para falar de assuntos do interesse da nossa profissão, com esse enfoque no mundo digital e de tecnologia.

Como todos presenciamos, 2020 foi absolutamente diferente do que esperávamos. Era para ser um marco com as Olimpíadas de Tóquio e feiras temáticas futuristas ao redor do mundo, e o Brasil se recuperando de um trauma político e social que atrasou o desenvolvimento do país em décadas, por conta do maior escândalo de corrupção da história da humanidade. Ao contrário, vimos o mundo de cabeça para baixo, planos desfeitos, viagens e congressos cancelados, projetos adiados, empresas quebradas, famílias separadas e, infelizmente, milhares de vidas que se perderam, das quais muitas poderiam ter sido salvas.

Entretanto, sempre que perdemos algo, alguém, ou o nosso self¹, não devemos também perder a lição.

Como profissionais da área da saúde e tendo passado por cursos de nível superior, os quais são frequentemente seguidos por programas de pós-graduação, aprendemos desde cedo a importância da ciência em nossas vidas. Estudamos arduamente para tentar entender a origem das coisas, o significado do método e a importância da disciplina no processo que fazemos diariamente para diagnosticar e tratar nossos clientes, tentando sempre tomar a melhor decisão terapêutica para cada caso em particular e para isso nos baseamos nas melhores evidências científicas disponíveis. Também já comentamos exaustivamente do quanto as novas tecnologias podem auxiliar todo o processo, desde o diagnóstico até a personalização dos tratamentos.

Inteligência artificial, cibernética, nanotecnologia, bioengenharia, genética, realidade aumentada e realidade virtual são apenas algumas das disciplinas que iremos ver cada vez mais presentes em nossa prática clínica e também auxiliando sobremaneira a pesquisa, o ensino e a telessaúde. Os colegas que acompanham o nosso caderno e percebem o valor da tecnologia, também estão conscientes que essa mesma tecnologia não significa nada, se não vier aliada à ciência e a boa prática clínica, que deve ser baseada em conhecimento, experiência e ética, pois, no “frigir dos ovos” o que importa mesmo é a nossa capacidade de entregar resultados cada vez mais adequados, de forma a melhorar a qualidade de vida dos nossos clientes.

Então, se conseguimos entender perfeitamente o valor disso tudo na nossa profissão, por que tantos de nós se tornaram negacionistas² neste ano pandêmico e absolutamente dramático de 2020? Infelizmente vimos no Brasil ações deliberadamente contrárias as determinações das autoridades sanitárias, que, de forma consensual em todo o mundo, basearam-se na ciência para nos orientar sobre a melhor forma de minimizar os efeitos da pandemia da Covid-19. Assim, ficou absolutamente claro que devemos evitar aglomerações, utilizar máscaras e fazer uma constante higienização das mãos, entre outras medidas, como o uso de testes e o distanciamento social. Ao que parece, para seguir um “grande líder”, muitos preferiam abrir mão de suas crenças mais caras, como o valor da ciência, da informação de qualidade e, em última instância e ainda mais grave, da verdade dos fatos “acreditando-se” deliberadamente em “fake news” para viver em uma realidade paralela cheia de teorias da conspiração que desafiam a lógica daqueles que permanecem firmes no propósito de contribuir com um esforço coletivo para salvar o maior número de vidas possível.

Entretanto, isso não significa absolutamente em respaldar ações erráticas como o que ficou conhecido como “lockdowns”, muitas vezes realizados na hora errada, nos lugares errados e da forma errada. Todos nós sabemos da importância de se preservar a atividade econômica, pois as consequências a médio e longo prazo também podem ser muito graves. Mas não existe outro caminho a não ser o de se fazer as coisas da forma correta, pois ao abrirmos mão da vida pela economia, pura e simplesmente, estamos automaticamente abrindo mão da nossa humanidade, da nossa empatia e consequentemente, seguindo rumo a um futuro ainda mais sombrio.

Nunca na história se fez um esforço coletivo tão grande, com tantos investimentos e foco baseado em um conhecimento acumulado por décadas, para se chegar a uma vacina viável, eficaz e segura, em um tempo recorde como agora. E, ao contrário de comemorarmos juntos, muitos preferiram trilhar um caminho obscuro, seguindo uma ideologia perversa e letal, na contramão do mundo todo. Ao respaldar um discurso negacionista, populista e mentiroso para dar vazão ao “ego” que não pode viver sem ter razão, está-se contribuindo com a morte de milhares de inocentes, vidas que poderiam ser salvas a cada dia. Dessa forma, nos afastamos gradativamente uns dos outros e tornamos o diálogo progressivamente mais difícil e distante, especialmente em um mundo cada vez mais polarizado e hostil.

Infelizmente, como disse o pediatra americano Paul Offit, tentar trazer à luz da razão um fanático, ou seja, alguém que foi convencido de algo que não é baseado em fatos e em razoabilidade é uma tarefa hercúlea. E nós não teríamos maiores problemas se os fanáticos fossem poucos, mas no Brasil miseravelmente eles são muitos, graças aos efeitos nefários das redes sociais, combinado a uma preguiça crônica de se informar e de estudar, especialmente o valor do método científico.

Não deveríamos deixar de apostar na vida e na humanidade, e principalmente na nossa capacidade de encontrar soluções para os problemas mais complexos, nos momentos mais difíceis, como essas vacinas que irão nos libertar. Abrir a mente e o coração para bons ventos, boas energias e para a realidade dos fatos, pode ser muito mais revitalizador do que apostar em “tratamentos precoces” e de ineficácia comprovada segundo a nossa Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Para a nossa infelicidade e indignação, essa abordagem negacionista institucionalizada pode ter contribuído para a morte por asfixia de vários brasileiros na cidade de Manaus, no janeiro mais triste da história, como disse a Drª. Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e uma das heroínas dessa pandemia.

Como profissionais da saúde e cientistas, somos formadores de opinião e temos responsabilidade com o bem comum e certamente seremos cobrados no futuro por nossas ações e exemplos. Não fosse assim, não deveríamos fazer jus ao grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Esperase também que nossos representantes se posicionem, de forma a respaldar a importância da ciência e do comportamento ético em sociedade.

Para finalizar, segue um mini-manual baseado em um artigo da BBC³ para se evitar a propagação de um vírus ainda mais letal do que o SarsCov-2, que é o vírus da ignorância, disseminada sem o menor pudor país afora, justamente por quem mais deveria dar o exemplo: Ao receber uma “notícia”, tome alguns cuidados e reflita. Não acredite na “notícia” nem a compartilhe de imediato. Se ela causou uma reação emocional muito grande, desconfie. “Fake news” são criadas para causar, em alguns casos, grande surpresa ou rejeição a algo, ou alguém. Outro ponto fundamental é saber se a “notícia” confirma alguma de nossas convicções, o que tende a reforçar uma tendência à propagação.

O que nós mais precisamos hoje em dia é desenvolver o hábito de desconfiar e investigar. Assim, leia a “notícia” inteira e não apenas a manchete. Vá atrás da fonte — é um comentário de um amigo no WhatsApp, é um vídeo de algum “influencer” do YouTube? Desconfie sempre das intenções obscuras por trás de cada colocação, de cada estratégia. Tente sempre olhar a “big picture” ou seja, tente se distanciar da “notícia” e ver como ela se encaixa em um contexto panorâmico. Você já deve ter recebido inúmeras notícias fraudulentas e muitas vezes elas vêm de onde a gente menos espera, justamente de quem deveria zelar pela verdade dos fatos, pela ciência e pelo bom senso, por isso todo cuidado é pouco.

Utilize sites de busca confiáveis e também plataformas que fazem a verificação de notícias e tente dispor de um “filtro pessoal”, pois tanto no espectro político-ideológico à esquerda, como à direita, iremos ver veículos totalmente tendenciosos e muitas vezes financiados por interesses escusos. Verifique sempre o contexto e principalmente a data de publicação. Jogar notícias verdadeiras, porém ultrapassadas, é mais um exemplo de desinformação. Finalmente, escolha cuidadosamente veículos confiáveis e independentes e utilize com abundância uma das faculdades mentais mais importantes que dispomos, que é o raciocínio. Como disse Andrew Carnegie: “aquele que não pode raciocinar, é um tolo. Aquele que não quer, é um fanático. E aquele que não ousa, é um escravo.”

Pode parecer pretensioso, mas às vezes pequenos gestos podem salvar vidas, especialmente em tempos de liderança caótica, em meio a maior pandemia dos últimos 100 anos, que só no Brasil já custou a vida de mais de 230 mil pessoas.

¹ Self – substantivo masculino
1) sentimento difuso da unidade da personalidade (suas atitudes e predisposições de comportamento).
2) indivíduo, tal como se revela e se conhece, representado em sua própria consciência.
² Negacionismo é a escolha de negar a realidade como forma de escapar de uma verdade desconfortável. Na ciência, o negacionismo é definido como a rejeição de conceitos básicos, incontestáveis e apoiados por consenso científico em favor de ideias, tanto radicais quanto controversas.
³ https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45043716

Dr. Mauricio Accorsi
Diretor Científico – Caderno DDS – Digital Dentistry in Science

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