INTERCEPTAÇÃO DA MORDIDA ABERTA ANTERIOR NA DENTIÇÃO MISTA – RELATO DE CASO

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Descrição

Vol. 15 – Número 57 – 2022

Relato de caso

Página 28-37
Interceptação da mordida aberta anterior na dentição mista – relato de caso

Breno Vasconcelos Nogueira¹
Isabella Diniz Schier1
Nicole Speranceta1
Stéffany dos Anjos Francisco2
Julia Carelli3
Francielle Topolski4
Alexandre Moro5

Resumo
A mordida aberta anterior (MAA) merece destaque ímpar, já que além de ser a mais frequente entre as discrepâncias verticais e comprometer a estética dental, interfere também na função mastigatória e na fala do paciente, afetando consequentemente a sua auto-estima. Por seu caráter multifatorial, essa má oclusão pode ser causada por diversas razões, tais como a herança genética ou desenvolvimento maxilofacial inerente a cada individuo. O presente trabalho teve como objetivo descrever o tratamento de um paciente com MAA. O paciente BS de 7 anos e 5 meses de idade possuía má oclusão de Classe I com mordida aberta anterior (-2,8 mm). O plano de tratamento foi dividido em duas fases: na primeira, foi utilizado o aparelho de Haas com grade lingual na arcada superior; na arcada inferior, utilizou-se um expansor removível. Na sequência do tratamento, instalou-se o aparelho fixo em ambas as arcadas. O tratamento teve duração de 9 (nove) meses e conseguiu o fechamento da mordida aberta anterior. A segunda fase iniciou-se após a irrupção dos segundos molares permanentes e teve duração de 13 meses. Como conclusão se observou que o tratamento da mordida aberta anterior em duas fases foi uma excelente escolha para o tratamento do paciente aqui relatado. Na primeira fase, a mordida foi fechada e as arcadas foram alargadas para permitir o posicionamento adequado de todos os dentes permanentes, que tiveram seu posicionamento perfeitamente detalhado na segunda fase.

Descritores: Ortodontia, má oclusão, mordida aberta anterior.

1 Acadêmico do Curso de Odontologia – Universidade Positivo.
2 Aluna do Programa de Mestrado em Odontologia – Universidade Positivo.
3 Aluna do Programa de Doutorado em Odontologia – Universidade Positivo.
4 Professora do Programa de Pós-graduação em Odontologia – Universidade Positivo.
5 Professor do Programa de Pós-graduação em Odontologia – Universidade Positivo, Professor Titular – UFPR.

DOI: 10.24077/2022;1557-1206

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