Coluna Marketing: Dentista e equipe auxiliar: união que faz a força.

Coluna Marketing: Dentista e equipe auxiliar: união que faz a força.

Vol. 7 – Número 29 – 2016 Coluna Marketing Página 5 Dentista e equipe auxiliar: união que faz a força. Prof. Dr. Alan Binotto1 Prof. Dr. André Mallmann2 Temos observado que muitos colegas dentistas têm dificuldade de trabalhar em equipe. As barreiras de comunicação e interação envolvem desde serviços terceirizados, como laboratórios protéticos, fornecedores, outros profissionais de saúde, colegas de outras especialidades, até mesmo quem está ao nosso lado o tempo todo: a equipe auxiliar. Seja ela da Clínica, do Consultório ou da Rede Pública de Saúde. Conseguir delegar atribuições cotidianas as equipes auxiliares é o mesmo que se multiplicar, otimizar o tempo, os recursos e ampliar nossa capacidade de trabalho. Entretanto, não vemos isso acontecer com muita frequência.  Muitos profissionais, apesar de entenderem o diferencial dessa premissa, dedicam 100% do seu tempo ao mocho, ao paciente, à produtividade clínica e esperam que sua auxiliar (secretária ou ASB) decida e organize os bastidores da sua atuação (horários, atendimento, agenda, rechamadas, contas, compras, estoque, arquivos e protocolos de rotinas em geral) por conta do bom senso dela.  Em outros casos há uma tendência à centralização pelo dentista de todas as atividades da gestão da clínica, fazendo-o dividir o tempo de atendimento ao cumprimento de muitas tarefas operacioais simples extra mocho, provavelmente por não confiar na sua “equipe” (secretária ou ASB) para nada muito além de “atendimento de telefone” ou “lavagem do instrumental”. Poucas vezes a auxiliar (ASB) é requisitada para o trabalho a quatro mãos. Dessa forma, a sobrecarga  de trabalho só fica maior e o nível de competitividade do serviço diminui, trazendo junto menor qualidade de vida. A justificativa entre os colegas normalmente é a mesma: “ela não sabe fazer, então já faço para não perder tempo!” Em nenhuma das situações se obtém o real benefício dessa possibilidade. Sugestão: decida você, sozinho ou com ajuda especializada, como devem ser as rotinas do seu consultório e dedique um tempo para promover treinamento para sua equipe de trabalho, mesmo que essa equipe seja apenas você e sua auxiliar. O que parece óbvio pra você pode não ser para o outro. Como cobrar uma conduta que até hoje só estava na sua cabeça e nunca foi comunicada, capacitada e definida como rotina? Pare, saia do mocho, pense, defina rotinas para todas as etapas do serviço, desde o atendimento telefônico a cobranças e rechamadas. Capacite sua equipe. Dedique um horário por semana para uma reunião de  feedback e contramedidas. Além de motivar as pessoas ao redor, você dará um importante passo em direção ao sucesso. Pronto, agora pode voltar a labuta. 1 Prof. do Curso de Especialização de Ortodontia – Uningá Eleva 2 Prof. Adj. do Depto. de Odontologia Restauradora – UFSM

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