Utilização do Ácido Tranexâmico para o tratamento de Melasma com microagulhamento – relato de caso

Utilização do Ácido Tranexâmico para o tratamento de Melasma com microagulhamento – relato de caso

Vol. 4 – Número 16 – 2023 Relato de caso Página 50-62 Utilização do Ácido Tranexâmico para o tratamento de Melasma com microagulhamento – relato de caso Sylvia Tavares Barros1 Pedro Carvalho Feitosa2 Kelly Martins3 Alexandre Miyahira4 RESUMO A estética e a beleza estão em evidência, especialmente quando se trata de disfunções estéticas e seus impactos nas suas vidas. A pele sofre alterações variadas, seja na linha de expressão, rugas, cicatrizes ou manchas. Especificamente o foco deste estudo é o Melasma, que se caracteriza por manchas de cor marrom e que acomete principalmente a face das mulheres em idade fértil, sendo um distúrbio pigmentar cutâneo que é tratado como um simples incômodo muita das vezes, mas que pode afetar a autoestima, influenciando suas relações sociais, e causa forte estresse emocional. Mesmo existindo alternativas terapêuticas para produzir melhora na aparência da pele, tratamentos mais abrasivos, que induzem o colágeno, tem uma recuperação mais lenta e com maiores riscos. O microagulhamento surgiu como uma alternativa segura e eficaz, pois, por meio das perfurações cutâneas e do processo inflamatório, permite a liberação dos fatores de crescimento, estimulando a produção de colágeno. E, associado ao ácido tranexâmico (ATX), que é um derivado sintético da lisina, inibe a produção de melanina, com um efeito clareador das manchas já existentes e impede a pigmentação induzida pelos raios ultravioleta, evitando o surgimento de outras manchas. Este estudo teve a finalidade de observar os efeitos da utilização do ácido tranexâmico para o tratamento de Melasma utilizando metodologia fundamentada na literatura. Observamos resultados amenos, mas com potencial de melhora se utilizando tratamento mais prolongado com, no mínimo, 3 meses de Home Care. Descritores: Melasma, microagulhamento,ácido tranexâmico. 1 Graduada em Odontologia – UNIP. 2 Esp. Me. e Dr. em Implantodontia, Esp. em Cirurgia e Traumatologia-Buco-Maxilo Facial, Esp. em Harmonização Orofacial. 3 Esp. em Harmonização Facial e Esp. Em Ortodontia. 4 Mestrando em Implantodontia – UNISA, Esp. em Harmonização Orofacial. DOI: 10.24077/2023;416031485799

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