Lesão periférica de células gigantes em paciente imunossuprimido – relato de caso

Lesão periférica de células gigantes em paciente imunossuprimido – relato de caso

Vol. 13 – Número 50 – 2022 CADERNO DE IMPLANTODONTIA Relato de caso Página 62-66 Lesão periférica de células gigantes em paciente imunossuprimido – relato de caso Francisco Jadson Lima1 Carlos Eduardo de Oliveira Soares2 Vilson Rocha Cortez Teles de Alencar3 Augusto Henrique Alves de Oliveira4 Leticia Stefenon5 Resumo A lesão periférica de células gigantes é uma lesão não neoplásica caracterizada por um crescimento tecidual como resposta hiperplásica a uma irritação local ou trauma crônico (lesão reacional) que ocorre exclusivamente na gengiva e rebordo alveolar originado pelo periósteo. É importante que o clínico geral saiba reconhecer e atuar frente a este tipo de lesão de mucosa relativamente comum. O presente relato buscou descrever e discutir a conduta clínica, diagnóstico, tratamento e acompanhamento de uma lesão periférica de células gigantes em paciente imunossuprimido. Paciente masculino, 61 anos, anteriormente recebeu um transplante heático e fazia uso de medicação imunossupressora. Durante tratamento odontológico, queixou-se do surgimento de uma lesão na crista alveolar da mandíbula arredondada, exofítica, assintomática, de cor vermelho arrouxeada, pediculada, medindo em torno de 1 cm de diâmetro sem ulcerações na superfície e sem evidência radigráfica de envolvimento ósseo. Com a hipótese diagnóstica de LPCG, foi conduzida a remoção completa da lesão e o exame histopatológico confimou o diagnóstico clínico. O caso relatado evidencia a importância do manejo correto e profissional do paciente, promovendo um diagnóstico precoce e humanizado. Descritores: Granuloma de células gigantes, diagnóstico bucal, cirurgia bucal. 1 Dr. em Patologia Oral – UFRN, Prof. do Curso de Odontologia – UNILEÃO. 2 Esp. em Prótese Dentária – Academia Cearense de Odontologia, Prof. do Curso de Odontologia – UNILEÃO. 3 Esp. em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial – Hospital Geral Roberto Santos/Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública/Secretaria de Saúde da Bahia/CFO, Prof. do Curso de Odontologia – UNILEÃO. 4 Me. em Odontologia – Universidade Potiguar (UnP), Prof. do Curso de Odontologia – UNILEÃO. 5 Me. em Clínica Odontológica – UPF, Prof.ª de Patologia Geral, Patologia Oral e Estomatologia – FASURGS. DOI: 10.24077/2022;13502103814

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