Fissuras labiopalatais – Considerações sobre…

Fissuras labiopalatais – Considerações sobre…

Vol. 1, Edição 2 – 2008 Páginas 173-174 Fissuras labiopalatais – Considerações sobre o tratamento interdisciplinar Cleft palatal and lip – Consideration about interdisciplinary treatament                          Marcelo da Luz Silva Lima, Especialista em Ortodontia – ULBRA. Canoas – RS; Luciane Quadrado Closs, Doutora em Ortodontia pela UNESP – Araraquara, Mestre em Ortodontia pela University of Detroit (EUA),professora do Programa de Pós-graduação da ULBRA. Canoas – RS; Ivana Ardenghi Vargas, Mestre em Ortodontia pela UFRJ, professora Doutoranda do programa de Pós-graduação da ULBRA. Canoas – RS; Daniela Frantz Nobre, Mestre em Ortodontia pela PUC – RS, professora do programa de pós-graduação da ULBRA. Canoas – RS.   Este trabalho visa fazer uma revisão da etiologia, prevalência, embriologia e protocolo mais difundidos do tratamento das fissuras labiopalatais. As fissuras labiopalatais ocorrem pela falta de coalescência entre os processos faciais embrionários (mandibulares, maxilares e nasais) e palatinos (palato primário e secundário). Todos os grupos raciais e étnicos, independentemente de gênero e áreas geográficas podem ser afetados por essa anomalia, sendo a sua etiologia multifatorial. No Brasil é observada 1:650 casos por nascimentos. A classificação proposta por SPINA et al. (1) e modificada por SILVA FILHO et al. (2), tendo como ponto de referência o forame incisivo, veio facilitar a compreensão e a comunicação universal entre profissionais que compõem a equipe de atendimento do paciente com fissura labiopalatina. O tratamento dessas anomalias exige uma equipe multidisciplinar. E apesar de haver inúmeros protocolos para a reabilitação desses pacientes os centros de tratamento devem ter uma filosofia interdisciplinar consciente e coerente, onde se deve tratar o paciente e não a fissura.   Palavras- chave: fissuras labiopalatais, tratamento, interdisciplinar.   The aim of this paper is to review the etiology, prevalence, embriology and the most utilized treatment protocols for the cleft lip and palate. The cleft lip and palate occur by the lack of coalescence between the embrionary facial process(mandibular, maxillary and nasal) and palatines(primary and secondary palates). All racial and etnic groups, independently of the gender and geographic areas may be affected by these anomalies due to is multifatorial etiology. In Brazil it is observed in 1:650 cases per birth. The classification proposed by SPINA et al. (1) and modified by SILVA FILHO et al. (2), having incisor foramen as a reference point, facilitated the comprehension and universal communication between the team that participate in the care of the cleft and lip patient. Treatment for these anomalies require a multidisciplinar team approach. Despite the fact that there are several protocols for the rehabilitation of these patients, treatment centers should have a conscious, consistent interdisciplinary philosophy, where the patient should be treated instead of the cleft.   Key-words: cleft lip and palate, treatment, interdisciplinary.

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