Dificuldades na reabilitação protética de paciente pediátrico com Displasia do Ectoderma – relato de caso

Dificuldades na reabilitação protética de paciente pediátrico com Displasia do Ectoderma – relato de caso

Vol. 10 – Número 39 – 2021 Relato de caso Página 21-25 Dificuldades na reabilitação protética de paciente pediátrico com Displasia do Ectoderma – relato de caso Karina Mirabelli1 Ana Luiza Costa Silva de Omena2 Julio Cesar Bassi3 Isabela Floriano4 Tamara Kerber Tedesco5 José Carlos Pettorossi Imparato6 Resumo A Displasia do Ectoderma é uma síndrome caracterizada pela má formação nos tecidos derivados do folheto embrionário ectoderma, causando alterações na epiderme e suas estruturas acessórias, como cabelos, pelos, unhas, dentes e glândulas. O cirurgião dentista, na maioria das vezes é o primeiro a suspeitar dessa síndrome devido as ausências dentárias, podendo variar de uma simples agenesia ou até mesmo uma anodontia. Diante disso, o osso alveolar não se desenvolve muito bem e o rebordo se apresenta com morfologia desfavorável para uma boa reabilitação. O presente trabalho tem por objetivo através de um caso clínico, descrever a dificuldade de reabilitação protética em um paciente com Displasia do Ectoderma em idade pré-escolar (3 anos), devido a ausência dos dentes. O tratamento definido para esse paciente, foi o protocolo proposto nas referências bibliográficas mais atuais, que consiste na reabilitação o mais precoce possível, através da confecção de próteses removíveis superior e inferior, com o intuito de possibilitar uma melhor alimentação, fonética, expressões faciais e convívio social. Após o tratamento finalizado, concluímos que a reabilitação protética precoce, apesar de preconizada na literatura, deve ser primeiramente avaliada individualmente, pois depende da mínima cooperação do paciente e total comprometimento familiar para o sucesso do tratamento. Descritores: Displasia ectodérmica, anodontia, hipotricose. 1 Esp. e Me. – SL Mandic. 2 Me. em Odontopediatria – SL Mandic, Esp. em Ortodontia – Centro Universitário Cesmac. 3 Dr. em Odontologia – Universidade Cruzeiro do Sul, Prof. Associado, UNISANTA. 4 Dr.ª em Ciências Odontológicas – Odontopediatria – USP, Prof.ª Titular de Odontopediatria – Uninovafapi. 5 Dr.ª em Ciências Odontológicas – Odontopediatria – USP, Prof.ª – UNIB. 6 Prof. Dr. e Livre-Docente do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria – FOUSP, Coord. da Pós-Graduação em Odontopediatria – SL Mandic. DOI: 10.24077/2021;10392125 Prezado assinante, o artigo estará disponível para download em janeiro de 2022.

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